O ESTADO MODERNO OCIDENTAL E A CRISE CLIMÁTICA

A NECESSIDADE DE REVISÃO ONTOLÓGICA FRENTE AOS LIMITES ECOLÓGICOS

Autores

DOI:

https://doi.org/10.63054/2177-823X.2026.854

Resumo

O artigo explora a complexa relação entre o Estado Moderno Ocidental e a crise climática, investigando como as bases ontológicas que sustentam a estrutura vigente se demostram insuficientes diante dos limites ecológicos do planeta. Não obstante, é notório que, a lógica de crescimento ilimitado e a exploração intensiva dos recursos naturais, incorporada ao Estado moderno, alavancou para o agravamento da crise climática. Decerto, evidencia-se a necessidade de repensar a ontologia do Estado, atrelando a proteção ambiental como princípio fundante. A pesquisa percorre desde a basilar contratualista e a consolidação do Estado de Direito às respostas jurídicas e políticas frente à emergência ambiental.  Esta obra, também, adota a abordagem interdisciplinar ao mesclar a filosofia política, direito constitucional e ambiental, relatórios internacionais, e jurisprudência relevante. Por fim, o artigo propõe a reflexões sobre alternativas de organização político – jurídica, defendendo a ideia de um Estado ecológico de direito capaz de integrar sustentabilidade e governança climática como elementos centrais da ordem estatal.

Biografia do Autor

Yves Jivago Leal Félix

Bacharel em Direito pela UNIFACID WYDEN; Pós – Graduado em Direito Médico e da Saúde; Pós – Graduado em Direito Civil e Processo Civil; Pós – Graduado em Direito Internacional; Diretor – Geral de Relações Institucionais da CEJUR/PI; Vice – Presidente do Núcleo de Ensino Jurídico da AJAAPI; Autor de artigo publicado pela ESA/PI.

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Publicado

2026-07-24

Edição

Seção

Artigos