MATEMÁTICA E ENSINO INDÍGENA: UM ELO DE PLURALIDADES

  • Daniela Alves da Silveira Moura Faculdade de Pará de Minas - FAPAM
  • Denilson Augusto de Sene Amâncio Faculdade de Pará de Minas - FAPAM
  • Jhonatan Junio da Silva Faculdade de Pará de Minas - FAPAM
  • Lucas Cristóvam Lemos Faculdade de Pará de Minas - FAPAM
Palavras-chave: Ensino-aprendizagem, Etnomatemática, Matemática, Matemática indígena, Práticas de ensino

Resumo

Esta pesquisa tem como objetivo apresentar a relação ensino e aprendizagem do programa Etnomatemática que busca entender contextos diversos. Na expectativa de compreender técnicas propícias e eficazes de aprendizagem, relatam-se evidências de alunos indígenas da Tribo Muã Mimatxi, localizada no município de Itapecerica-MG, e as inserções dos mesmos numa escola de bagagem ocidental regida por um método tomista de trabalho. Por meio de uma entrevista com profissionais da área matemática desta escola, foram relatadas realidades singulares de tais membros e as maneiras como eles encaram a matemática do branco. De acordo com o posicionamento institucional e dos profissionais envolvidos, é percebido que o conceito de Etnomatemática se constitui relevante quando o assunto é a aprendizagem, devendo ser levadas em consideração e repensadas novas formas de fazer, ensinar e aprender matemática que qualifiquem alguns métodos já desgastados e inviáveis ao público atual.

Biografia do Autor

Daniela Alves da Silveira Moura, Faculdade de Pará de Minas - FAPAM
Mestra em Ensino de Ciências e Matemática (PUC Minas) - FAPAM
Denilson Augusto de Sene Amâncio, Faculdade de Pará de Minas - FAPAM
Graduando em Matemática - FAPAM
Jhonatan Junio da Silva, Faculdade de Pará de Minas - FAPAM
Graduando em Matemática - FAPAM
Lucas Cristóvam Lemos, Faculdade de Pará de Minas - FAPAM
Graduando em Matemática - FAPAM
Publicado
2016-12-01
Seção
Artigos