https://periodicos.fapam.edu.br/index.php/RPE/issue/feedRevista Projetos Extensionistas2026-02-11T16:17:01+00:00Janaína Cunha da Silvajanaina.cunha@fapam.edu.brOpen Journal Systems<p align="justify">A Revista Projetos Extensionistas (ISSN:2764-2771) é uma publicação destinada à divulgação das Atividades Curriculares Extensionistas dos alunos da Faculdade Católica de Pará de Minas.<br />Esta publicação tem o propósito de dar vazão ao conhecimento gerado nesta, instituição nas mais diversas áreas do conhecimento, tornando-se um importante canal de difusão científica e cultural.</p> <p align="justify"> </p> <p> </p>https://periodicos.fapam.edu.br/index.php/RPE/article/view/802RECONHECER, SENTIR E EXPRESSAR: EMOÇÕES NA ADOLESCÊNCIA2025-12-15T20:07:58+00:00Virginia Lopes Otoni dos Santosvir.ginialopes@hotmail.comMaria Teresa Amaral Silvamariateresamaralsilva@gmail.comRayla Franciele Alves Mendesalyarmendes8391@gmail.comLivia Maria de Almeidaliviaamaria2037@gmail.comMillena Mendonça Gomesmillena18mendonca@gmail.com<p>O período de desenvolvimento da adolescência é atravessado por diversas transformações biológicas, psicológicas e sociais, sendo assim, o trabalho “Reconhecer, sentir e expressar: emoções na adolescência” tem como objetivo promover conscientização e discussão ao apresentar conceitos sobre emoções e sua influência, conscientizar sobre a importância da saúde emocional na adolescência e elucidar como as emoções são parte central da experiência humana. O método de pesquisa utilizado baseia-se em revisão bibliográfica, embasado em artigos, livros e materiais acadêmicos a respeito do tema abordado. A pesquisa culminou em um encontro na Escola Estadual Dona Cotinha, no bairro Padre Libério para alunos de duas turmas do segundo ano do ensino médio, através de uma breve explanação sobre o que são as emoções, suas funções, a importância de regular e expressá-las, onde buscar ajuda, além da conexão das emoções com a psicopatologia. Logo após foi aplicada a dinâmica “Dicionário das Emoções” onde foi proporcionado momento de expressão, perguntas e trocas com os alunos e professoras presentes. Através do encontro, pode-se concluir a importância do diálogo sobre as emoções e a adolescência principalmente dentro do contexto escolar, afim de estimular os adolescentes sobre reflexão das próprias emoções, de forma a favorecer a compreensão, identificação e expressão saudável das emoções.</p>2026-02-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Projetos Extensionistashttps://periodicos.fapam.edu.br/index.php/RPE/article/view/803SAÚDE MENTAL DAS MÃES E FAMÍLIAS ATÍPICAS2025-12-15T21:54:00+00:00Álvaro Tadeu Dias Barcelosalvarobressane616@gmail.comIngrid Faria Martinsfaria.ingrid66@gmail.comLuiza Dias Oliveiralu.diasoliveira@hotmail.comGabriela Aparecida Assis AndradeGabrielaandrade3232@outlook.comPedro Henrique Martinspedromartiins01@gmail.comClara Vitória Dias Limaclaravitoria2602@gmail.comIago Júnior Melgaço Pereiraiagomelgacopereira15@gmail.comMaria Fernanda da Silvamariafernandads2021@gmail.comMaria Luiza de Oliveira Silvamarialoliveira37@gmail.comEnzo Fernandes Gomesenzo.f.gomes@hotmail.comAna Beatriz Sousa Marinhoanabeatrizsmarinho2@gmail.com<p>O presente trabalho aborda a saúde mental de mães e famílias atípicas, destacando os desafios emocionais e sociais que marcam o cuidado de crianças com transtornos do neurodesenvolvimento. A maternidade atípica envolve sobrecarga física e psíquica, falta de apoio institucional, dificuldades no acesso ao cuidado psicológico e um cotidiano permeado por isolamento e invisibilidade. Por meio de uma roda de conversa com mães da Associação de Mães Atípicas (AMAP) de Papagaios/MG, o projeto buscou compreender suas vivências e fortalecer redes de apoio, propondo estratégias que integrem acolhimento, suporte emocional e articulação comunitária. O estudo reforça a importância de reconhecer essas mulheres como sujeitos de cuidado, visibilizando suas demandas e desenvolvendo propostas de intervenção que contribuam para seu bem-estar.</p>2026-02-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Projetos Extensionistashttps://periodicos.fapam.edu.br/index.php/RPE/article/view/804TAC AMBIENTAL: ENTRE A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE E A BUSCA POR SOLUÇÕES EXTRAJUDICIAIS MAIS CÉLERES2025-12-15T23:46:28+00:00Débora Domingosdeborafd86@gmail.comHelder Nunes Mendesheldernunesmendes11@gmail.comJulia Beck Oliveira Pereirajuliabeckoliveira@gmail.comAna Clara Araújo Oliveiraa.claraaraujo1@gmail.comMelissa Alves Fonsecamelfonseca26@gmail.com<p>O trabalho analisa a efetividade do Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) ambiental como instrumento extrajudicial de reparação, destacando sua importância na resolução célere, menos onerosa e mais participativa de conflitos decorrentes de danos ambientais, especialmente após o rompimento da barragem de Brumadinho. A justificativa baseia-se na necessidade de mecanismos mais eficientes diante da magnitude dos impactos socioambientais e na lacuna existente quanto à avaliação crítica do cumprimento e da fiscalização desses acordos. O estudo teve como objetivo compreender de que forma o TAC contribui para a proteção do meio ambiente e para a promoção da justiça ambiental, alinhando desenvolvimento econômico e tutela ecológica. A metodologia consistiu na realização de um workshop participativo com moradores atingidos, com apoio da NACAB, permitindo o diálogo direto sobre direitos, obrigações, medidas emergenciais, reparação ambiental e atuação do Ministério Público e dos órgãos fiscalizadores. Os resultados revelaram tanto avanços como: assistência imediata, início das ações compensatórias e maior acessibilidade das informações; quanto desafios persistentes, como morosidade na execução, limitações estruturais de fiscalização, falta de transparência e divergências técnicas. Conclui-se que o TAC é relevante socialmente, possui alta aplicabilidade prática e gera impacto direto na comunidade ao acelerar a resposta estatal e fortalecer a participação dos atingidos; contudo, sua eficácia depende de fiscalização contínua, gestão responsável e envolvimento social permanente, sendo essencial, mas insuficiente isoladamente, para assegurar reparação integral e prevenção de novos desastres.</p>2026-02-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Projetos Extensionistashttps://periodicos.fapam.edu.br/index.php/RPE/article/view/805UMA PROPOSTA DE ARTETERAPIA PARA IDOSOS2025-12-15T23:05:39+00:00Julia Emanuele Ferreira Da Silvajuliaemanuele94@gmail.comDalila Alcântara Mendesdalilaalcantaramendes@gmail.comJanaina Celis Ferreirajanainacelisferreira@gmail.comJoseane Fonseca Oliveirajoseanefonseca30@yahoo.com.brLilian Adriana Ferreira Mendeslilianadrianaferreiramendes@gmail.comLucilene Cristina Moreiralucristina83@hotmail.comRaquel Mara Silvaraquelmara.silva@yahoo.comViviane Maria Da SilvaVivianemsilva365@hotmail.comWagner Vilela Militãomilitao.wagner@gmail.comWelton Monteiro do Amaralmonteirocaesar@gmail.com<p>Este projeto extensionista teve como objetivo promover a expressão emocional, o resgate de memórias afetivas e o fortalecimento da identidade de idosos institucionalizados da Cidade Ozanan por meio de uma oficina de arteterapia baseada na pintura. A intervenção justificou-se pela relevância social do envelhecimento e pelos desafios enfrentados por idosos em situação de institucionalização, como isolamento, retraimento emocional e redução das interações sociais. A metodologia envolveu entrevista técnica com a psicóloga responsável, roda de conversa introdutória e realização de uma oficina prática, na qual 10 idosos participaram produzindo pinturas a partir de lembranças significativas, enquanto compartilhavam espontaneamente histórias de vida. As memórias evocadas incluíram temas como família, antigas moradias, amores, comidas típicas e experiências marcantes do passado. Inicialmente tímidos e receosos, os participantes demonstraram crescente engajamento, chegando a produzir múltiplas telas cada, além de estabelecer vínculo afetivo com a equipe. Os resultados evidenciaram melhora no humor, maior abertura comunicativa, fortalecimento de vínculos e expressivo envolvimento emocional com a atividade. A coordenadora institucional avaliou a ação com nota máxima, destacando seu caráter transformador e o impacto positivo na socialização dos residentes. Conclui-se que a arteterapia mostrou-se uma ferramenta eficaz para estimular criatividade, memória, expressão emocional e integração social, oferecendo aos idosos um espaço seguro de valorização subjetiva e convivência. O projeto demonstrou aplicabilidade prática e relevância comunitária ao favorecer bem-estar e humanização no contexto institucional.</p>2026-02-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Projetos Extensionistashttps://periodicos.fapam.edu.br/index.php/RPE/article/view/806ACESSO E INCLUSÃO ESTRATÉGIAS DE ACOLHIMENTO NO ATENDIMENTO À PESSOAS SURDAS EM UBS2025-12-16T18:53:35+00:00Larissa Mara Duarte Teixeiralarissamara_17@hotmail.comAna Luisa Alves D’ Morais analuisaalvesdmorais@gmail.comElyda Raquel Marinho Silva de Godoi elydaraquel2512@gmail.comFranciele Bárbara Torres Dias francielebarbaraenfermagem@gmail.comMaria Eduarda Pereira Gonçalves dudinhaperera43@gmail.comNátaly Gleicy Diniz Silva natalyglayce14@icloud.comSabrina Souza de Melo souzasabrina249@gmail.com<p>Este relatório descreve a realização de uma ação educativa no âmbito de um posto de saúde, voltada à apresentação sobre a importância da implantação da Libras no atendimento aos usuários surdos. Direcionada aos profissionais de saúde, a ação buscou promover reflexões sobre comunicação inclusiva e a garantia do direito à acessibilidade na comunicação previsto em lei. Durante o encontro, foram abordados conceitos básicos sobre a comunidade surda, a relevância da comunicação gestual no contexto da saúde, as barreiras enfrentadas no atendimento clínico, e a necessidade de capacitação dos profissionais para uso funcional de Libras. Complementarmente, foram distribuídos folders com sinais básicos em Libras e orientações para acolhimento humanizado. As evidências práticas observadas, tais como maior segurança no acolhimento, melhoria da qualidade da informação e engajamento da equipe, indicam que a adoção de Libras no serviço de saúde favorece diretamente a qualificação do cuidado, a autonomia do paciente surdo e o cumprimento de políticas de acessibilidade.</p>2026-02-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Projetos Extensionistashttps://periodicos.fapam.edu.br/index.php/RPE/article/view/807HISTÓRIAS QUE TECEM HISTÓRIAS2025-12-16T23:23:40+00:00Ana Rosa Campolina Amaral de Almeidacnarosa@gmail.comFabrine Victoria Soares Rodrigues Furrerfabrinefurrer@hotmail.comLaíse Almeida Santoscontatolaisealmeida@gmail.comThaís Etelvina Silvathaisetelvinasilva@gmail.comJorge Oliveira de Fariafaria.jorge2304@gmail.comJoão Marcos Santos Galvãojoaomarcosgalvao23@gmail.comGabriela Alves dos Santos26gabyalves@gmail.comAmanda Dias Duartebh.rsln12@gmail.comTamara Linhares Castilhotamalinhares@gmail.comIngrid Eduarda Alves de Almeidaingrid.eduardapf@gmail.com<p><span style="font-weight: 400;">O projeto “Histórias que Tecem Histórias” foi desenvolvido para enfrentar as desigualdades de acesso à leitura em escolas públicas, justificando-se pela relevância social da literatura no desenvolvimento cognitivo, emocional e social infantil. Teoricamente fundamentado na Psicologia da Educação e em autores como Vygotsky, Piaget e Freire, o trabalho teve como objetivo promover o acesso democrático aos livros por meio da arrecadação e doação de obras infantojuvenis, instalação de uma Geladeira Literária e realização de rodas de leitura dramatizadas com crianças de 6 a 8 anos na Escola Municipal Prof. Amélia Guimarães Caic. A metodologia incluiu a coleta de livros, seleção do acervo, preparação de roteiro cênico e aplicação de uma leitura dramatizada de </span><em><span style="font-weight: 400;">Alice no País das Maravilhas</span></em><span style="font-weight: 400;">, observando indicadores quantitativos e qualitativos de participação, engajamento e impacto. Os resultados demonstraram forte mobilização comunitária, ampliação do acervo escolar e alto envolvimento das crianças durante a dramatização, evidenciando aumento do interesse pela leitura e estímulo à imaginação. Por fim, nota-se que o projeto gerou impacto significativo tanto na comunidade escolar quanto na comunidade acadêmica, fortalecendo vínculos entre educação básica e ensino superior e mostrando que práticas lúdicas de mediação literária são estratégias eficazes para democratizar o acesso à cultura, favorecer o desenvolvimento infantil e promover inclusão social. O trabalho reafirma a importância de iniciativas contínuas que aproximem a literatura das infâncias e ampliem oportunidades de formação leitora.</span></p>2026-02-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Projetos Extensionistashttps://periodicos.fapam.edu.br/index.php/RPE/article/view/809O PAPEL DOS PROFISSIONAIS DE SAÚDE NA PROMOÇÃO DA ACESSIBILIDADE COMUNICACIONAL PARA PESSOAS SURDAS2025-12-17T13:56:06+00:00Geisa Priscilla Mathias Silvageisamathyas@gmail.comJúlia Vivian de Oliveira Cordeiro Jucordeiro1525@gmail.comBrenda Iasmin Resende Moratoyasminbrenda217@gmail.comVinicius Tadeu Duarte Carmovini820189@hotmail.comAlessandra de Castro Martins Amaralalessandrabitela33@gmail.comSara Fernandes Maciel Ribeiro fernandesribeiro2402@yahoo.comKaroline Vitoria de Almeida Lucasvitororiakaroline89024@gmail.comBruna Luísa da Silva Athanázio brunaluisa380@gmail.comLuana Patrícia Laraluanapatricia076@gmail.comLuís Eduardo Gonçalves Farialuiseduardogoncalvesfaria@gmail.com<p>O projeto aborda a importância da acessibilidade comunicacional no atendimento às pessoas surdas, reconhecendo que a comunicação é uma ferramenta indispensável para um cuidado humanizado e equitativo em saúde. A proposta justifica-se pela realidade brasileira, marcada pela escassez de profissionais capacitados em Língua Brasileira de Sinais, ocasionando obstáculos no acesso à informação, limitações no atendimento, dificuldades na adesão aos tratamentos e maior vulnerabilidade social dessa população. O objetivo do projeto foi compreender o papel dos profissionais de saúde no contexto da acessibilidade comunicacional, analisando estratégias práticas e os desafios enfrentados na assistência às pessoas surdas. A metodologia adotada incluiu uma revisão bibliográfica e a realização de uma palestra educativa no Hospital Nossa Senhora da Conceição, em Pará de Minas, com utilização de recursos audiovisuais, dinâmicas interativas e distribuição de cartilhas para capacitação dos participantes. A atividade também promoveu discussões sobre a importância da comunicação visual, empatia, postura profissional e adequação do ambiente. Concluise que o projeto contribuiu para ampliar o conhecimento dos profissionais de saúde, estimular reflexões sobre práticas inclusivas e fortalecer a compreensão acerca das demandas da comunidade surda. As ações educativas demonstraram impacto significativo ao favorecer um atendimento mais acessível, humanizado e alinhado aos direitos das pessoas surdas, promovendo avanços no acesso e na qualidade da assistência em saúde.</p>2026-02-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Projetos Extensionistashttps://periodicos.fapam.edu.br/index.php/RPE/article/view/811O USO INADEQUADO DAS REDES SOCIAIS POR CRIANÇAS / ADOLESCENTES E OS SEUS IMPACTOS PSICOLÓGICOS2025-12-23T20:39:24+00:00Alice Maria Ferreiraaf6001023@gmail.comAna Luísa Fernandes Silvaanaluisafernandes101@gmail.comBeatriz Maria Lessa Lopesbea.lessa@outlook.comDanielle Martins Pereira danielle002300@gmail.comIsabelle Cristine Faria Limaisafaria486@gmail.comLorraine Carolaine Vieiralorrainecarolaine333@gmail.comMaria Luíza de Almeida marialuizadealmeida.2801@gmail.comRuhan Pabllo Henriques Caetano Ruhanpabllo03@icloud.comSawane Galvão Duquesawanegalvaod30@gmail.comVanessa Lourdes Duartevanessal.duarte24@gmail.com<p>O projeto vai analisar os impactos psicológicos do uso inadequado das redes sociais por crianças e adolescentes, destacando assim a necessidade de educação digital, supervisão familiar e promoção da saúde mental. A justificativa fundamenta-se no aumento de casos de ansiedade, depressão, baixa autoestima, distorção da autoimagem, cyberbullying e exposição a riscos on-line, especialmente jovens de 11 a 13 anos, idade do público-alvo da ação prática. O objetivo principal é compreender como o uso excessivo sem orientação adequada pode comprometer o desenvolvimento emocional, cognitivo, social e saúde, reforçando a importância de estratégias preventivas. A metodologia adotada é qualitativa, baseada em pesquisas bibliográficas de instituições como OMS, UNICEF e SBP, e na realização de uma dinâmica na Escola Estadual Frei Concórdio em Pará de Minas-MG, utilizando materiais informativos destinados a estudantes e responsáveis. Os resultados apontam que, embora as redes sociais ofereçam benefícios relacionados à socialização, expressão e acesso a conteúdos educativos, seu uso desregulado intensifica problemas emocionais, prejudica o sono, reduz o rendimento escolar e aumenta a exposição a riscos como aliciamento, exploração sexual e dependência digital. Conclui-se que o uso das redes sociais entre jovens deve ser saudável e responsável, exigindo a atuação conjunta de familiares, da escola e dos profissionais de saúde na prevenção de danos, no fortalecimento da autonomia digital segura e na promoção de ambientes mais seguros para crianças e adolescentes, garantindo um desenvolvimento saudável diante das tecnologias.<br /><br /></p>2026-02-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Projetos Extensionistashttps://periodicos.fapam.edu.br/index.php/RPE/article/view/812CONSTITUCIONALISMO2025-12-26T18:08:46+00:00Ana Laura Campos Moreiraanalauramoreira@outlook.comJosué Akácios Faria Martinsjosuemartins700@gmail.comJúlia Honey de Paula Leitejuliapaulaleite2016@gmail.comLilia Fernanda do Espírito Santosantolilia66@gmail.comMarcelo Luiz de Araujomarceloluizaraujo600@gmail.comPriscilla Pilar Gomespriscilla.gomes@sou.fapam.edu.brRafael Vasconcelosrafael.vasconcelos.700.rv@gmail.comRayssa de Carvalho Mendes Teixeirarayssa.cmteixeira@hotmail.com<p>O projeto busca conscientizar jovens sobre a origem e o preço histórico dos direitos fundamentais, destacando como o Constitucionalismo surgiu para limitar o poder estatal e garantir liberdades essenciais. A partir do texto da juíza Raquel Domingues do Amaral, evidencia-se a importância de lembrar que esses direitos foram conquistados com lutas e sacrifícios. A metodologia inclui a utilização de um questionário para realização de uma palestra e produção de materiais educativos. O estudo aborda marcos históricos, como a Ditadura Militar e os atos de 8 de janeiro de 2023, reforçando os riscos de retrocessos democráticos quando a sociedade esquece sua própria história. O projeto busca ampliar a consciência crítica dos jovens, fortalecendo o compromisso com a defesa do Estado Democrático de Direito e valorização dos direitos conquistados.</p>2026-02-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Projetos Extensionistashttps://periodicos.fapam.edu.br/index.php/RPE/article/view/813CONSCIENTIZAÇÃO DE UMA ALIMENTAÇÃO SAUDÁVEL - COMBATE A DIABETES PRECOCE2025-12-29T00:12:20+00:00Júlia Silva Pereirajujupereira503@gmail.comMaria Eduarda Medina Marinhomedinamarinhom@gmail.comLarissa Lopes de Freitas larilarissalopes255@gmail.comPedro Henrique Costa de Fariahenriquepedro6388@gmail.com<p>A diabetes precoce vem se destacando como um desafio de saúde pública entre crianças, principalmente em razão de hábitos alimentares inadequados, consumo elevado de alimentos ultraprocessados e falta de conhecimento sobre nutrição. Diante desse cenário, o projeto teve como objetivo promover a conscientização sobre alimentação saudável e prática regular de atividades físicas como estratégias fundamentais para a prevenção da diabetes em idade infantil. As ações foram desenvolvidas com crianças atendidas pelo projeto social Bola de Gude, em Pará de Minas – MG, utilizando metodologias lúdicas e educativas para tornar o aprendizado acessível e significativo. Foram realizadas oficinas com dinâmicas interativas e momentos de conversa, permitindo que as crianças compreendessem, de forma simples, o que é a diabetes, seus fatores de risco e a importância de escolhas alimentares equilibradas. Além disso, foram oferecidas orientações sobre escolhas alimentares equilibradas e distribuída uma salada de frutas preparada pela equipe, possibilitando uma experiência prática e sensorial relacionada ao tema. Durante a intervenção, observou-se interesse, participação ativa e grande curiosidade por parte das crianças, que demonstraram disposição para esclarecer dúvidas e compartilhar suas experiências. A etapa prática incluiu ainda a preparação e a oferta de uma salada de frutas, possibilitando vivenciar na prática o consumo de alimentos saudáveis e reforçando o conteúdo trabalhado nas oficinas. A receptividade das crianças, professoras e equipe local contribuiu para um ambiente acolhedor e favoreceu o desenvolvimento das atividades, fortalecendo o vínculo entre os participantes e ampliando o engajamento no tema abordado.</p>2026-02-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Projetos Extensionistashttps://periodicos.fapam.edu.br/index.php/RPE/article/view/817Editorial2026-02-02T19:45:47+00:00Letícia de Faria Moreiraleticia.moreira@fapam.edu.br2026-02-11T00:00:00+00:00Copyright (c) 2026 Revista Projetos Extensionistas